Jornada de compra B2B: por que seu lead some antes de fechar

O lead chegou. Respondeu ao primeiro email. Apareceu na reunião. Fez perguntas técnicas. E então, do nada, sumiu. Não responde mais. Não atende. Não cancela formalmente. Simplesmente para. Esse padrão tem nome: é o ghosting B2B. E ele acontece com...continue a leitura

Jornada de compra B2B: por que seu lead some antes de fechar

O lead chegou. Respondeu ao primeiro email. Apareceu na reunião. Fez perguntas técnicas. E então, do nada, sumiu. Não responde mais. Não atende. Não cancela formalmente. Simplesmente para.

Esse padrão tem nome: é o ghosting B2B. E ele acontece com mais frequência do que qualquer vendedor gosta de admitir. O problema raramente é o produto ou o preço. Quase sempre está em algo que aconteceu ou deixou de acontecer na jornada de compra B2B, antes ou durante o contato comercial. A AUMA Digital mapeou esse padrão em dezenas de operações industriais e B2B. Este artigo mostra o que acontece nos bastidores quando um lead some e o que fazer para evitar que isso se repita.

A jornada de compra B2B não é linear. Jamais foi

O modelo clássico de funil, que pressupõe que o lead avança de topo a fundo em linha reta, não corresponde à realidade do comprador B2B. Segundo o Gartner B2B Buying Report, compradores B2B se movem de forma não linear ao longo de várias etapas: identificam um problema, pesquisam soluções, avaliam fornecedores, voltam a etapas anteriores, consultam outras pessoas, pausam por questões orçamentárias e retomam semanas depois. Isso não é exceção. É o padrão.

O mesmo estudo da Gartner aponta que decisões B2B típicas envolvem entre 6 e 10 pessoas, cada uma com critérios e prioridades distintos. Em 2026, segundo a Forrester, esse número subiu para uma média de 13 stakeholders internos mais 9 influenciadores externos envolvidos em uma compra corporativa. Nenhum desses decisores avança no mesmo ritmo.

Quando o lead some, ele raramente saiu. Na maioria das vezes, ele está no meio de um processo interno que ninguém mapeou e nenhuma comunicação da empresa alcançou.

Para entender como estruturar uma estratégia que acompanha essa jornada real, leia o artigo sobre o que é marketing B2B e como o marketing de conteúdo funciona como guia nessa jornada não linear.

O que acontece antes do lead entrar em contato com você

O dado mais importante para entender o ghosting B2B está aqui: segundo o 6Sense Buyer Experience Report 2025, 94% dos grupos de compra já classificaram seus fornecedores preferidos antes do primeiro contato com vendas, e compraram do fornecedor favorito em 77% dos casos. Isso significa que, quando o lead chega até você, a batalha já foi parcialmente decidida.

No mesmo relatório, a 6Sense aponta que a jornada de compra B2B agora se divide em 60% seleção e 40% validação, uma compressão da divisão anterior de 70/30. O comprador está chegando mais preparado, com menos tempo disponível para ser educado pela empresa fornecedora e com uma lista mental de favoritos já formada.

Já a Gartner estima que 80% das interações de vendas B2B ocorram em canais digitais. E 90% dos compradores B2B iniciam a jornada com uma pesquisa online. A empresa que não aparece nessa pesquisa inicial não existe para esse comprador quando ele chega ao estágio de avaliação de fornecedores.

Veja como o SEO para indústrias coloca a AUMA e seus clientes nessa fase de pesquisa autônoma, antes de qualquer contato comercial.

As 7 razões reais pelas quais o lead some antes de fechar

O ghosting B2B tem causas estruturais. Conhecê-las é o primeiro passo para eliminar os gargalos.

1. O lead foi abordado cedo demais

Confundir intenção com prontidão é o erro mais comum. O lead baixou um material, visitou o site ou respondeu um email. Isso indica interesse, não decisão de compra. Quando o SDR ou o comercial aborda nesse momento com discurso de fechamento, o lead sente pressão, recua e para de responder.

A jornada B2B exige que o lead passe por um processo interno de convencimento antes de estar pronto para avançar. Segundo a Forrester, mais de dois terços dos compradores B2B em transações acima de US$ 1 milhão são das gerações Y e Z, que preferem pesquisar sozinhos antes de falar com qualquer vendedor. Abordá-los antes desse processo estar concluído é o caminho mais rápido para o silêncio.

2. Múltiplos decisores não foram mapeados

O contato que você tem é apenas uma das pessoas que decide. Com uma média de 6 a 10 decisores por compra, segundo o Gartner, é comum que o seu interlocutor principal avance na conversa mas não consiga convencer o financeiro, a diretoria ou o técnico da área. Sem um mapa dos decisores envolvidos e conteúdo específico para cada perfil, o processo trava internamente e o lead para de responder porque não tem resposta interna para dar.

3. Ausência de nutrição entre os contatos

O ciclo de vendas B2B dura, em média, cerca de 10 meses em 2025, segundo o 6Sense Buyer Experience Report. Em ciclos tão longos, o lead que não recebe nenhum conteúdo relevante no intervalo entre uma reunião e outra simplesmente esquece da sua empresa. O concorrente que foi mais presente durante esse período assume o lugar de favorito.

Saiba como a automação de marketing industrial garante presença contínua durante o ciclo longo sem demandar ação manual do comercial a cada contato.

4. Falta de urgência percebida

Segundo a Gartner, 99% das compras B2B são impulsionadas por mudanças organizacionais, como transformações digitais, crescimento acelerado ou insatisfação com fornecedor atual. Quando a urgência interna do cliente diminui, seja porque o problema perdeu prioridade, seja porque um projeto maior ocupou a agenda, o processo de compra é suspenso sem aviso. O lead não some por desinteresse. Some porque o contexto interno mudou.

5. Proposta genérica sem ancoragem no problema específico

Uma proposta que não conecta explicitamente o serviço ao problema que o lead descreveu na reunião não gera urgência de decisão. O lead recebe, agradece, diz que vai analisar e nunca mais responde. Não porque a proposta foi ruim. Mas porque ela não foi personalizada o suficiente para parecer insubstituível.

6. Desalinhamento entre marketing e vendas no discurso

Quando o conteúdo que o lead consumiu antes da reunião prometeu uma abordagem e o comercial entregou outra, a inconsistência gera desconfiança. Segundo dados do Panorama de Geração de Leads da Leadster 2025, mais de 45% das empresas B2B ainda não integram seus sistemas de captação de leads a CRMs ou ferramentas de automação, o que cria silos de informação que impedem o comercial de saber o que o lead já consumiu e o que ele está buscando.

Entenda como o CRM para vender mais resolve esse gap, dando ao comercial o histórico completo do lead antes de qualquer contato.

7. Tempo de resposta acima do aceitável

Dados compilados pela Econodata mostram que responder ao lead em até 10 minutos resulta em taxa de conversão de 28%, enquanto esperar 24 horas reduz essa taxa para apenas 13%. A intenção de compra esfria rapidamente. O lead que não recebe resposta rápida no momento de maior interesse migra para o concorrente que estava mais pronto.

As etapas reais da jornada de compra B2B em 2025

A jornada B2B real não tem três etapas nítidas. Ela tem seis movimentos sobrepostos, que o comprador percorre de forma não linear, muitas vezes voltando a etapas anteriores antes de avançar. Mapear esses movimentos é o que diferencia uma estratégia de conteúdo que funciona de uma que apenas preenche o blog.

Movimento 1: Reconhecimento do problema

O comprador percebe que algo está errado ou que há uma oportunidade não explorada. Nessa fase, 99% dos casos são disparados por mudanças organizacionais como crescimento acelerado, insatisfação com fornecedor atual ou transformação digital em curso, segundo o Gartner. O conteúdo certo aqui fala sobre o problema, não sobre a solução.

Movimento 2: Pesquisa de soluções

O comprador busca ativamente entender quais abordagens existem. Ainda não está avaliando fornecedores. Está formando um vocabulário e um critério. A empresa que educa o comprador nessa fase tem vantagem estrutural porque define os critérios que o próprio comprador vai usar para avaliar todos os fornecedores depois. O SEO e o marketing de conteúdo têm maior impacto nessa etapa do que qualquer campanha de tráfego pago.

Movimento 3: Definição de requisitos

O comprador, agora com informação suficiente, começa a definir o que precisa. Ele escreve, formal ou informalmente, os critérios que o fornecedor precisa cumprir. Segundo a SSK Análises, em estudos realizados em múltiplos setores industriais, fatores como confiabilidade, qualidade percebida, capacidade técnica e suporte pós-venda frequentemente aparecem antes do preço na hierarquia de critérios. A empresa que entende isso não compete por preço. Compete por adequação técnica e confiança.

Movimento 4: Avaliação de fornecedores

A lista curta está formada. Em média, 5,1 fornecedores são avaliados em cada compra B2B em 2025, com 3,8 desses fornecedores sendo empresas com quem o comprador já teve experiência prévia, segundo o 6Sense. Isso confirma a importância da presença de marca ao longo do tempo: você precisa já ser conhecido quando a avaliação começa.

Movimento 5: Validação interna

Aqui está o ponto onde mais leads somem. O decisor principal quer avançar, mas precisa convencer outros stakeholders internos. Esse processo pode durar semanas. Se a empresa fornecedora não tiver materiais de suporte para ajudar esse decisor a vender internamente, como apresentações executivas, estudos de caso com ROI e comparativos técnicos, o processo trava sem sinal visível.

Veja como a AUMA Digital estrutura cases de sucesso como a Usicamp e a Certplus exatamente para funcionar como material de suporte nessa etapa de validação interna.

Movimento 6: Decisão e compra

Quando a decisão finalmente ocorre, o fornecedor favorito fecha em 77% dos casos, segundo o 6Sense. Isso reforça que a decisão é feita muito antes da proposta formal ser enviada. O papel do comercial no fundo do funil é confirmar a escolha que o comprador já fez mentalmente, não persuadir do zero.

O papel do conteúdo em cada etapa da jornada

Mapear a jornada sem mapear o conteúdo correspondente é exercício acadêmico. A tabela abaixo traduz cada movimento em formatos e temas de conteúdo que funcionam. Esse mapeamento é o que a AUMA Digital usa para estruturar o cluster de conteúdo de cada cliente B2B.

  • Reconhecimento do problema: artigos educativos, posts de LinkedIn sobre dores do setor, dados de mercado que quantificam o problema
  • Pesquisa de soluções: guias comparativos de abordagens, webinars com especialistas, artigos técnicos sobre metodologias
  • Definição de requisitos: checklists de critérios de avaliação, artigos sobre como escolher fornecedor no setor, perguntas que o comprador deve fazer
  • Avaliação de fornecedores: página de metodologia clara, cases com dados numéricos, depoimentos de empresas do mesmo setor do lead
  • Validação interna: apresentações executivas para baixar, estudos de ROI, comparativos técnicos, FAQs para objeções comuns da diretoria
  • Decisão: proposta personalizada, diagnóstico gratuito como prova de valor, facilidade de início com risco reduzido

Entenda como isso se conecta ao funil de vendas industrial e por que o conteúdo de meio de funil é o mais subutilizado e o mais determinante para evitar o ghosting.

O decisor B2B mudou. O processo de venda precisa acompanhar

A Pesquisa de Jornada do Comprador da Forrester 2024 aponta que mais de dois terços dos compradores B2B em transações acima de US$ 1 milhão são das gerações Y e Z. Esses compradores não atendem cold calls. Não respondem emails genéricos. Pesquisam extensivamente antes de qualquer reunião e chegam ao primeiro contato com uma lista curta de fornecedores já definida.

A McKinsey confirma esse movimento: 71% dos compradores esperam experiências personalizadas e apontam a transparência como fator essencial para criar confiança ao longo do processo. Isso muda o papel do marketing: ele não pode mais ser apenas um gerador de volume. Precisa ser o responsável por construir familiaridade e confiança antes de qualquer conversa comercial.

Também relevante: 61% dos compradores B2B preferem uma experiência de compra que não envolva um representante de vendas, segundo a Gartner. Isso não significa que o comercial deixou de ser necessário. Significa que a fase que antecede o vendedor se tornou mais longa e mais determinante para o resultado final.

O que fazer quando o lead some: protocolo de reativação

Leads que somem nem sempre foram perdidos. Muitos estão pausados por razões internas que nada têm a ver com a empresa fornecedora. A sequência abaixo define como reativar sem pressionar.

Passo 1: Classifique o motivo do silêncio antes de agir

Os motivos mais comuns de perda no B2B, segundo a Leads2B, incluem: orçamento insuficiente no momento, falta de urgência percebida, decisão postergada, posse de solução atual e impossibilidade de estabelecer contato. Cada motivo exige uma abordagem diferente. Tentar reativar com o mesmo argumento que não funcionou na primeira vez apenas confirma que você não ouviu o cliente.

Passo 2: Entregue valor sem pedir nada

O primeiro contato de reativação nunca deve pedir uma resposta. Deve entregar algo relevante: um dado novo do setor do cliente, um artigo que responde exatamente à objeção que ele levantou, ou um case de uma empresa com o mesmo perfil dele. O objetivo é reaparecer como fonte de valor, não como vendedor ansioso.

Passo 3: Use múltiplos canais com cadência definida

Dados da Econodata mostram que 92% das oportunidades ganhas exigiram até 9 tentativas de contato. Cadências que incluem três ou mais tipos de atividade (email, LinkedIn, WhatsApp, ligação) têm desempenho 50% superior às cadências de canal único. Persistência com relevância é diferente de insistência sem propósito.

Passo 4: Registre tudo no CRM

O lead reativado precisa de histórico para ser abordado com contexto. O CRM bem alimentado é o que permite que o comercial saiba exatamente o que esse lead consumiu, o que ele objetou e quando foi o último ponto de contato. Sem esse registro, cada nova tentativa parece o primeiro contato, o que reforça a impersonalidade que fez o lead parar de responder.

Como mapear a jornada do seu comprador B2B na prática

O mapeamento da jornada não precisa ser um projeto de consultoria longa. Pode começar com cinco conversas bem conduzidas com clientes que já fecharam, e cinco com prospects que não fecharam.

As perguntas que revelam mais sobre a jornada real:

  • O que fez você começar a buscar uma solução nesse momento?
  • Quais fontes de informação você usou antes de entrar em contato com fornecedores?
  • Quantas pessoas foram envolvidas na decisão e quais eram os cargos?
  • Qual foi a maior objeção interna que você precisou superar para avançar?
  • O que teria acelerado o processo de decisão?
  • Por que você escolheu (ou não escolheu) determinado fornecedor?

As respostas a essas perguntas são o insumo mais valioso que o marketing B2B pode ter. Elas definem o conteúdo a produzir, os argumentos do comercial e os pontos de atrito a eliminar. Veja como isso se aplica em como prospectar clientes industriais com base na jornada real do decisor.

Empresas que estruturaram a jornada e pararam de perder leads no meio do caminho

A HubSpot documentou publicamente o processo de mapeamento de jornada que usou para escalar sua base de clientes B2B globalmente. O resultado foi um sistema de conteúdo que acompanha o comprador em cada etapa, com materiais específicos para cada movimento da jornada. Esse modelo tornou-se referência no setor e é replicável em empresas de qualquer porte.

A Salesforce usa relatórios de mercado como o State of Sales e o State of Marketing para aparecer como referência na fase de pesquisa de soluções, muito antes de qualquer conversa comercial. Esses relatórios são consumidos pelos próprios decisores que mais tarde se tornam clientes. Essa é a estratégia de presença na jornada aplicada em escala global.

A AUMA Digital aplica o mapeamento de jornada como primeiro entregável em qualquer estratégia de marketing B2B. Antes de produzir qualquer conteúdo ou lançar qualquer campanha, o ICP é mapeado, a jornada real é documentada e os gaps de conteúdo são identificados. É isso que impede o desperdício de orçamento em ações que nunca vão alcançar o decisor no momento certo.

Veja os resultados desse processo nos cases da Pro Oxi e da Certplus.

Os sinais de que sua empresa está perdendo leads na jornada

Antes de qualquer iniciativa de reativação ou de reestruturação de funil, é necessário diagnosticar onde os leads estão saindo. Os sinais mais claros:

  • Taxa de MQL para SQL abaixo de 13%: critérios de qualificação frouxos ou abordagem prematura
  • Taxa de rejeição de MQL pelo SDR acima de 40%: desalinhamento entre marketing e vendas
  • Leads que chegam na reunião e não avançam para proposta: falta de materiais de suporte para validação interna
  • Propostas enviadas sem resposta: proposta genérica ou timing errado de envio
  • Leads que fecharam com concorrente: você estava na lista mas não era o favorito
  • Alto volume de leads, baixa receita: problema de qualificação no topo do funil

Para entender como estruturar métricas que mostram onde o funil está quebrando, leia o artigo sobre geração de leads B2B e os benchmarks de cada etapa do funil B2B brasileiro.

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A jornada continua mesmo quando o lead para de responder

O lead que sumiu não necessariamente foi perdido. Na maioria dos casos, ele está em algum ponto da jornada interna, aguardando o momento ou o gatilho certo para retomar. A empresa que construiu presença ao longo do caminho, que apareceu nos momentos de pesquisa, que entregou conteúdo relevante no intervalo entre contatos e que tem casos de sucesso disponíveis para validação interna, essa é a empresa que recebe a ligação quando o gatilho dispara.

A AUMA Digital foi construída para ser esse parceiro de presença contínua. Com especialização em empresas B2B e industriais de ciclo longo, nosso trabalho é garantir que, quando o decisor estiver pronto para comprar, a sua empresa seja a favorita. Fale com a AUMA Digital agora.

Acompanhe conteúdo prático sobre jornada B2B e marketing industrial no Instagram da AUMA Digital.

Entenda por que leads B2B somem antes de fechar, como funciona a jornada de compra B2B real e o que fazer para não perder oportunidades no meio do funil.

Perguntas frequentes sobre jornada de compra B2B

1. O que é jornada de compra B2B?

A jornada de compra B2B é o processo completo que uma empresa percorre desde o reconhecimento de um problema até a decisão de contratar um fornecedor. Diferente do B2C, essa jornada é não linear, envolve múltiplos decisores e pode durar meses. O comprador pesquisa, avança, recua, consulta outras pessoas e retoma. A empresa que está presente em cada etapa desse processo tem vantagem estrutural sobre quem aparece apenas no momento da proposta.

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2. Por que leads B2B somem antes de fechar?

Os motivos mais comuns são: abordagem comercial prematura antes do lead estar pronto, ausência de nutrição durante o ciclo longo, proposta genérica sem ancoragem no problema específico do cliente, falta de materiais para o decisor validar internamente junto a outros stakeholders e desalinhamento entre o discurso do marketing e o do comercial. Na maioria dos casos, o lead não saiu. Ele está pausado em algum ponto de um processo interno que a empresa fornecedora não mapeou.

Quero identificar por que meus leads somem — falar com a AUMA

3. Quantas pessoas estão envolvidas na decisão de compra B2B?

Segundo o Gartner, as decisões B2B envolvem em média de 6 a 10 decisores com critérios e prioridades distintos. Dados da Forrester 2026 apontam uma média de 13 stakeholders internos mais 9 influenciadores externos em compras corporativas complexas. Isso significa que o seu contato principal raramente decide sozinho. A empresa que não tem conteúdo e argumentos para cada perfil de decisor trava na etapa de validação interna.

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4. Quanto tempo dura a jornada de compra B2B em 2025?

O ciclo médio de vendas B2B é de aproximadamente 10 meses em 2025, abaixo dos 11 meses registrados em 2024, segundo o 6Sense Buyer Experience Report. Negócios corporativos com comitês de compra maiores podem se estender para 12 meses ou mais. Em ciclos tão longos, a empresa que mantém presença com conteúdo relevante durante todo o intervalo tem vantagem sobre quem aparece apenas no momento da negociação.

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5. O que é ghosting B2B e como evitá-lo?

Ghosting B2B é quando o lead para de responder sem cancelar formalmente o processo. Geralmente ocorre porque a urgência interna do cliente diminuiu, o processo de validação com outros decisores travou ou a abordagem foi feita no momento errado da jornada. Para evitá-lo: mapeie os decisores envolvidos na decisão, entregue materiais de suporte para validação interna, mantenha nutrição ativa durante o ciclo e use cadências multicanal com pelo menos 9 tentativas de contato antes de encerrar uma oportunidade.

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6. Qual é a etapa da jornada B2B onde mais leads são perdidos?

A etapa de validação interna é onde mais leads B2B são perdidos sem sinal visível. O decisor principal quer avançar, mas precisa convencer outros stakeholders como financeiro, diretoria técnica ou operações. Se a empresa fornecedora não tiver materiais de suporte para ajudar esse decisor a vender internamente, como cases com ROI documentado, comparativos técnicos e apresentações executivas, o processo trava e o lead para de responder.

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7. Como funciona a jornada de compra B2B no setor industrial?

No setor industrial, a jornada tem complexidades adicionais: o produto é técnico e exige conteúdo que demonstre domínio do setor, o comprador frequentemente não é o usuário final (quem compra é o departamento de compras, quem usa é a engenharia ou a produção) e os riscos operacionais e financeiros elevam o nível de exigência em cada etapa. Isso significa que a empresa precisa falar com pelo menos dois perfis distintos dentro da mesma conta, em linguagens e canais diferentes.

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8. Como reativar um lead B2B que sumiu?

O protocolo de reativação eficaz tem quatro passos: classificar o motivo do silêncio antes de agir (orçamento, urgência, decisão postergada ou impossibilidade de contato), entregar valor sem pedir resposta no primeiro contato de reativação, usar cadências multicanal com email, LinkedIn e WhatsApp, e registrar tudo no CRM para que cada nova tentativa tenha contexto. Dados da Econodata mostram que cadências com três ou mais tipos de atividade têm desempenho 50% superior às de canal único.

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9. Por que 94% dos compradores B2B já têm um favorito antes do primeiro contato?

Segundo o 6Sense Buyer Experience Report 2025, 94% dos grupos de compra B2B classificam seus fornecedores preferidos antes do primeiro contato com vendas, e compram desse favorito em 77% dos casos. Isso acontece porque a fase de pesquisa autônoma, onde 80% da decisão é formada, ocorre sem qualquer interação com o comercial. A empresa que está presente nessa fase com conteúdo relevante, cases verificáveis e autoridade digital torna-se o favorito antes mesmo de entrar em contato.

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10. Como mapear a jornada de compra B2B da minha empresa?

O mapeamento começa com conversas estruturadas: cinco entrevistas com clientes que fecharam e cinco com prospects que não fecharam. As perguntas essenciais incluem: o que disparou a busca por solução, quais fontes foram usadas na pesquisa, quantas pessoas estiveram envolvidas, qual foi a maior objeção interna e o que teria acelerado a decisão. As respostas definem os conteúdos a produzir, os argumentos do comercial e os pontos de atrito a eliminar em cada etapa da jornada.

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