Geração de leads B2B: como estruturar um funil que o comercial consegue trabalhar

Gerar leads é fácil. Qualquer formulário no site, qualquer campanha de tráfego pago, qualquer post com um link resolve isso. O problema que paralisa os times comerciais de empresas B2B não é a falta de leads. É a falta de...continue a leitura

Geração de leads B2B: como estruturar um funil que o comercial consegue trabalhar

Gerar leads é fácil. Qualquer formulário no site, qualquer campanha de tráfego pago, qualquer post com um link resolve isso. O problema que paralisa os times comerciais de empresas B2B não é a falta de leads. É a falta de leads que alguém consiga trabalhar de verdade.

Um lead que chegou sem intenção real, sem o perfil certo ou sem o momento adequado não é uma oportunidade. É ruído no funil. E ruído tem um custo alto: tempo do vendedor, energia do SDR, crédito interno do marketing junto ao comercial. A geração de leads B2B eficiente resolve exatamente essa equação. Ela não maximiza volume. Ela maximiza o aproveitamento.

Este artigo mostra como estruturar um funil de geração de leads B2B do zero: desde a definição do que é um lead qualificado na sua operação até os critérios que fazem o comercial aceitar trabalhar com o que marketing entrega.

O funil B2B não é linear. Tratar como se fosse é o primeiro erro

A jornada de compra B2B não segue um caminho reto de topo a fundo. O decisor pesquisa, avança, volta, consulta outra pessoa, pausa por questões orçamentárias, retoma. Segundo dados da Forrester B2B Buyer Insights 2024, compradores B2B completam até 80% da decisão antes de falar com qualquer vendedor.

Isso tem uma implicação direta para o funil: quando o lead finalmente entra em contato, ele não está no topo da jornada. Ele já formou uma percepção sobre o mercado, já comparou alternativas e já tem uma lista curta de possíveis fornecedores. A empresa que não apareceu nessa pesquisa prévia simplesmente não está nessa lista.

Estruturar o funil de geração de leads B2B significa, antes de tudo, estar presente nas etapas que acontecem antes do contato comercial. Não apenas capturar quem já decidiu.

Entenda como essa lógica se aplica ao funil de vendas industrial e por que o ciclo longo exige um funil pensado em camadas.

ICP: o funil começa antes da primeira campanha

Nenhuma estratégia de geração de leads B2B funciona sem uma definição clara do ICP (Ideal Customer Profile). O ICP não é apenas o setor ou o porte da empresa. É a combinação de características que indica que aquela conta tem o problema certo, o orçamento adequado, o decisor com autoridade real e o momento favorável para a compra.

Sem ICP definido, o funil recebe leads de qualquer perfil. E um funil que recebe qualquer coisa entrega qualquer coisa para o comercial.

Os atributos básicos de um ICP B2B industrial incluem:

  • Setor de atuação e subsetor específico
  • Porte da empresa (faturamento ou número de funcionários)
  • Cargo e nível hierárquico do decisor
  • Dor principal que o produto ou serviço resolve
  • Momento da jornada (crescimento ativo, problema latente, insatisfação com fornecedor atual)
  • Restrições (setores ou perfis que historicamente não fecham ou geram churn alto)

Uma vez que o ICP está definido, ele orienta tudo: o conteúdo que você produz, os canais que você prioriza, os critérios de qualificação de MQL e SQL, e os argumentos que o SDR vai usar na abordagem.

Veja como prospectar clientes industriais a partir do ICP e evitar o desperdício de energia com perfis que jamais vão fechar.

MQL, SAL e SQL: as três etapas que o funil precisa ter separadas

Um dos problemas mais comuns em times B2B é a confusão entre os estágios de qualificação. Marketing entrega leads sem critério claro. Vendas rejeita tudo. O ciclo se repete. A solução é simples em teoria e exige disciplina na prática: definir e respeitar as três etapas do funil de qualificação.

MQL (Marketing Qualified Lead) é o lead que atendeu a critérios mínimos definidos por marketing: perfil alinhado ao ICP e nível de engajamento que indica interesse real. Ele ainda não está pronto para o comercial. Precisa de nutrição.

SAL (Sales Accepted Lead) é o MQL que foi revisado pelo SDR ou pré-vendas e aceito como válido para contato. É a etapa de validação humana que evita que o comercial receba leads sem contexto.

SQL (Sales Qualified Lead) é o lead que o SDR qualificou ativamente e que atende aos critérios da metodologia adotada (BANT, MEDDIC, CHAMP). Ele está pronto para receber uma proposta.

Empresas com marketing e vendas bem alinhados geram 208% mais receita. Mas 79% dos leads de marketing nunca convertem em vendas, e a principal causa é qualificação inadequada ou inexistente. 50% do tempo de vendas é desperdiçado em prospecção improdutiva. Snovio Esses números explicam por que a separação das etapas não é detalhe operacional. É decisão estratégica.

Lead scoring: como o marketing qualifica leads sem demandar o tempo do comercial

O lead scoring é o mecanismo que transforma o comportamento do lead em dados acionáveis para o time de vendas. Cada interação recebe uma pontuação. Quando o lead acumula pontos suficientes, ele avança de etapa automaticamente.

Empresas que classificam leads com base em sua maturidade de compra têm uma taxa de conversão 50% maior do que as que não fazem qualificação sistemática, segundo a Marketo. Intelligenzia

Um sistema de lead scoring básico para B2B funciona em dois eixos:

Pontuação por perfil (fit):

  • Cargo de decisão (diretor, proprietário, gerente sênior): +15 pontos
  • Setor dentro do ICP: +10 pontos
  • Porte de empresa alinhado ao ticket médio: +10 pontos
  • Localização geográfica relevante: +5 pontos

Pontuação por comportamento (engajamento):

  • Solicitou diagnóstico, orçamento ou demonstração: +30 pontos
  • Visitou página de preços ou de soluções: +20 pontos
  • Abriu email de nutrição e clicou em link: +10 pontos
  • Baixou material rico (ebook, checklist, guia): +8 pontos
  • Leu mais de 3 artigos do blog em uma sessão: +5 pontos
  • Visitou a home ou blog sem ação adicional: +2 pontos

O threshold de MQL varia por operação. Uma referência inicial: leads acima de 40 pontos entram na fila de MQL. Acima de 70 pontos, são alertas para o SDR agir em até 24 horas.

Leads contactados em menos de 5 minutos após a conversão têm 9 vezes mais chance de conversão do que leads contactados após 30 minutos ou mais. Snovio Isso transforma o scoring em urgência operacional, não apenas em organização de lista.

Os benchmarks de conversão que toda empresa B2B precisa conhecer

Antes de definir metas, é necessário entender o que o mercado está entregando. As referências abaixo vêm de estudos com amostras significativas e são o ponto de partida para qualquer diagnóstico de funil.

A taxa de conversão mediana do B2B no Brasil em 2025 é de 2,50%, abaixo da média geral de 2,98% e do B2C, que lidera com 3,28%. A diferença reflete a complexidade dos funis B2B, que exigem mais interações antes da conversão. Adtail

A taxa de conversão de MQL para SQL varia conforme a maturidade da operação. Times de alta performance atingem entre 25% e 35%, enquanto a média do mercado fica entre 18% e 22%. Leadster

O benchmark médio da indústria para conversão de MQL para SQL é 13%. Se sua taxa está abaixo disso, há um problema sério na qualificação do marketing ou nos critérios do SDR. Snovio

Esses números não são metas. São diagnóstico. Se a sua operação está muito abaixo, o problema pode estar na qualidade do tráfego, nos critérios de MQL muito permissivos, na falta de nutrição ou no desalinhamento entre os critérios de marketing e vendas.

Os canais com maior taxa de conversão no B2B brasileiro

O Google Ads é o principal canal de conversão no B2B desktop, com taxa de 3,00% em 2025, crescimento de 0,14 ponto percentual em relação a 2024. O Meta Ads atingiu 4,11% no B2B, com alta de 0,23 p.p. O LinkedIn Ads caiu de 2,56% para 2,23%, em grande parte porque empresas aplicam no LinkedIn estratégias copiadas do Meta e Google sem aproveitar a hipersegmentação por cargo e setor. Adtail

O tráfego orgânico lidera em volume de acessos B2B com 29,56%, mas é o Google Ads que lidera em conversão. O mobile já representa 64,05% dos acessos B2B, enquanto o desktop ainda entrega taxas de conversão mais altas. Adtail

O que isso significa na prática para montar o mix de canais:

  • Google Ads para capturar intenção ativa: quem pesquisa no Google já tem o problema formado
  • SEO e conteúdo para dominar a fase de pesquisa autônoma, onde 80% da decisão acontece
  • LinkedIn Ads para construir autoridade junto aos decisores das contas-alvo
  • Email marketing e automação para nutrir leads capturados por qualquer canal
  • WhatsApp para acelerar follow-up em momentos de alta intenção

Entenda como o SEO para indústrias captura o lead na fase que antecede qualquer contato comercial, e por que isso reduz o ciclo de venda de forma consistente.

As ofertas de conversão que funcionam no B2B

A oferta de conversão é o que você pede em troca do contato do lead. No B2B, o erro mais comum é pedir dados sem entregar valor equivalente. Formulários genéricos com “fale conosco” têm taxas de conversão muito abaixo das ofertas com valor percebido real.

Apenas 36,28% das empresas exploram ofertas personalizadas, segundo o Panorama Leadster 2025. Isso representa uma oportunidade direta para quem estrutura ofertas segmentadas por estágio do funil e perfil do ICP. Intelligenzia

As ofertas com melhor desempenho por etapa do funil no B2B:

Topo (awareness):

  • Artigo técnico com dado de mercado exclusivo
  • Checklist de diagnóstico (ex: “7 sinais de que o seu funil de vendas precisa de revisão”)
  • Vídeo explicativo de curta duração sobre um problema específico do setor

Meio (consideração):

  • Webinar com especialista sobre a dor principal do ICP
  • Estudo de caso com dados numéricos verificáveis
  • Comparativo de abordagens (com e sem a solução)

Fundo (decisão):

  • Diagnóstico gratuito com entrega de plano de ação
  • Demonstração personalizada
  • Proposta comparativa baseada no contexto da empresa

O diagnóstico gratuito merece atenção especial no B2B de serviços. Ele entrega valor imediato, coloca o decisor em contato com a qualidade do trabalho antes de qualquer compromisso financeiro e qualifica o lead durante a própria conversa. É a oferta com maior taxa de conversão de funil longo para fechamento.

Veja como a AUMA Digital aplica isso em como aumentar a taxa de conversão comercial.

Nutrição de leads: o que fazer com quem ainda não está pronto

Apenas 1 a cada 34 visitantes de sites se converte em lead qualificado no Brasil. Mas empresas com estratégia bem estruturada e foco na experiência do visitante superam a marca de 7% de conversão. Intelligenzia A nutrição é o processo que move os leads entre esses dois extremos.

Em ciclos de venda de 60 a 180 dias, a nutrição não é opcional. É o que garante que o lead ainda se lembre da sua empresa quando o momento de compra chegar. Um lead capturado no topo do funil hoje pode ser um SQL em três meses, desde que receba conteúdo relevante no intervalo.

Os fluxos básicos que toda operação B2B precisa ter ativos:

  • Fluxo de boas-vindas: 3 emails nos primeiros 7 dias apresentando o problema que a empresa resolve, como resolve e uma prova social
  • Fluxo educativo: conteúdo do blog entregue por email semanalmente, segmentado por interesse demonstrado
  • Fluxo de reativação: gatilhado automaticamente para leads sem engajamento há 30 dias, com CTA direto para diagnóstico ou conversa
  • Fluxo pós-MQL: sequência específica para leads que atingiram o score de MQL mas ainda não foram abordados pelo SDR
  • Fluxo de follow-up pós-reunião: para leads que tiveram reunião mas não avançaram para proposta

Saiba como estruturar esse processo na prática com o artigo sobre automação de marketing industrial e como o CRM conecta esses fluxos ao comercial.

O handoff: onde a maioria dos funis quebra

O handoff é o momento em que marketing passa o lead para o SDR ou para o comercial. É o ponto de maior atrito em operações B2B. Marketing acha que entregou um lead quente. Vendas acha que recebeu lixo. Nenhum dos dois está completamente errado. O problema é a ausência de critério claro.

Um handoff bem estruturado tem três elementos:

1. SLA (Service Level Agreement) entre marketing e vendas: marketing se compromete a entregar X MQLs por mês com determinado nível de qualidade. Vendas se compromete a contatar cada MQL em até 24 horas e a registrar o feedback no CRM em até 48 horas.

2. Cartão do lead: antes de passar para o SDR, o lead precisa chegar com contexto. Cargo, empresa, qual conteúdo consumiu, qual página visitou, qual foi a oferta de conversão. Isso permite que o primeiro contato seja consultivo, não genérico.

3. Processo de rejeição documentado: quando o SDR rejeita um MQL, precisa registrar o motivo no CRM. Esse feedback retroalimenta os critérios de qualificação do marketing. Sem esse loop, os mesmos problemas se repetem mês após mês.

Segundo a Salesforce, empresas B2B que definem critérios claros de MQL e SQL apresentam taxa de conversão de lead para cliente 67% superior às que não fazem essa distinção. Mas 61% dos profissionais de marketing ainda enviam todos os leads diretamente para vendas, sem qualificação prévia. Saatis

Como empresas reais estruturaram seu funil e cresceram

A HubSpot construiu seu próprio sistema de qualificação de leads, o HubSpot Score, que integra lead scoring com automação de fluxos e CRM. O modelo foi documentado publicamente e tornou-se referência para times de marketing B2B ao redor do mundo. O resultado foi um motor de geração de pipeline que opera de forma contínua, independente de campanhas pontuais.

A RD Station cresceu de startup para empresa de referência no Brasil usando exatamente a estrutura de MQL, nutrição e handoff estruturado que descrevemos aqui. O blog da empresa tornou-se o principal canal de geração de leads orgânicos, alimentando um funil com estágios claros de qualificação e uma operação de SDR que convertia leads educados pelo conteúdo em reuniões qualificadas.

A AUMA Digital aplica essa estrutura com indústrias e empresas B2B de ciclo longo. Os resultados estão documentados nos cases da Usicamp, Pro Oxi e Certplus.

As métricas do funil que mostram onde o problema está

Funis quebram em silêncio. O volume de leads cai gradualmente, a qualidade deteriora sem que ninguém perceba, e o comercial começa a reclamar sem ter dados para sustentar o diagnóstico. As métricas abaixo apontam exatamente onde o gargalo está:

  • Taxa de conversão visitante para lead: abaixo de 1,5% indica problema na oferta de conversão ou na qualidade do tráfego
  • Taxa de conversão MQL para SQL: abaixo de 13% indica problema nos critérios de MQL ou no processo do SDR
  • Tempo médio de resposta ao lead: acima de 24 horas indica problema operacional no handoff
  • Taxa de rejeição de MQL pelo SDR: acima de 40% indica desalinhamento entre critérios de marketing e vendas
  • Taxa de lead para cliente: abaixo do benchmark do setor indica problema de qualificação ou de argumentação comercial
  • Velocidade do funil: tempo médio da entrada do lead até o fechamento; monitorar para identificar etapas com gargalo

Saiba o que esperar em termos de investimento e retorno lendo quanto custa o marketing industrial e qual retorno esperar.

Como estruturar o funil de geração de leads B2B na prática: os primeiros passos

Se a sua empresa ainda não tem esse sistema estruturado, a sequência de prioridades é a seguinte:

  1. Definir o ICP com precisão: setor, porte, cargo, dor principal
  2. Mapear quais canais já geram tráfego e qual a taxa de conversão atual
  3. Criar uma oferta de conversão com valor percebido real para o ICP
  4. Definir os critérios de MQL em conjunto com o time de vendas
  5. Implementar lead scoring básico na ferramenta de automação (RD Station, HubSpot ou similar)
  6. Criar os fluxos de nutrição por estágio do funil
  7. Estabelecer o SLA de handoff entre marketing e SDR
  8. Monitorar semanalmente as métricas de cada etapa e ajustar

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O funil que o comercial respeita é o que cresce

Um funil de geração de leads B2B não precisa ser complexo para funcionar. Precisa ser claro. Critérios definidos, etapas respeitadas, dados visíveis para os dois times. Quando marketing entrega leads com contexto e vendas tem critério para avançar com os certos, o funil vira um ativo, não um ponto de tensão interna.

A AUMA Digital trabalha exatamente nessa interface: estruturamos o funil, definimos os critérios de qualificação, implementamos a automação e alinhamos marketing e vendas em torno do mesmo objetivo. Se você está pronto para transformar o seu funil de geração de leads em um sistema previsível, fale com a AUMA Digital agora.


Entenda como estruturar a geração de leads B2B com um funil que o comercial consegue trabalhar, da qualificação ao fechamento, com dados reais de mercado.

Perguntas frequentes sobre geração de leads B2B

1. O que é geração de leads B2B?

Geração de leads B2B é o processo de atrair e converter empresas ou decisores corporativos em contatos qualificados para o time de vendas. Diferente do B2C, onde a conversão pode ser imediata, no B2B a geração de leads é o início de um ciclo que pode levar semanas ou meses. Ela envolve canais como SEO, tráfego pago, conteúdo, automação e prospecção ativa, todos orientados por um perfil de cliente ideal (ICP) bem definido.

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2. Qual é a taxa de conversão média no B2B no Brasil?

Segundo o Panorama de Geração de Leads da Leadster 2025, que analisou dados de 2.861 sites e 3,7 milhões de leads gerados em 2024, a taxa de conversão mediana no B2B é de 2,50%, abaixo da média geral de 2,98%. Empresas com estratégia bem estruturada superam a marca de 7%. A diferença entre os dois extremos está na qualidade da oferta de conversão, na clareza do ICP e no alinhamento entre marketing e vendas.

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3. O que é MQL e SQL e qual a diferença?

MQL (Marketing Qualified Lead) é o lead que atendeu a critérios mínimos de perfil e engajamento definidos pelo marketing. Ele ainda precisa de nutrição antes de ir para o comercial. SQL (Sales Qualified Lead) é o lead validado pelo SDR ou pré-vendas como uma oportunidade concreta de negócio, pronto para receber uma proposta. A distinção entre os dois evita que o comercial receba leads sem qualidade e que o marketing entregue volume sem critério.

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4. O que é lead scoring e como funciona no B2B?

Lead scoring é um sistema de pontuação automática que atribui valor a cada interação do lead com a empresa: páginas visitadas, emails abertos, materiais baixados, solicitações de contato. Quando o lead acumula pontos suficientes, ele avança de etapa no funil automaticamente. No B2B, o scoring combina pontuação por perfil (fit com o ICP) e por comportamento (engajamento real). Empresas que usam lead scoring convertem 50% mais leads em clientes do que as que não qualificam sistematicamente, segundo a Marketo.

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5. Qual canal gera mais leads qualificados no B2B?

O tráfego orgânico lidera em volume de acessos B2B no Brasil com 29,56%, segundo a Leadster 2025. O Google Ads lidera em taxa de conversão, com 3,00% em 2025. O Meta Ads atingiu 4,11% no B2B. O LinkedIn Ads entrega leads com perfil mais qualificado em alto ticket, mas exige segmentação específica para performar bem. A estratégia mais eficiente combina SEO para construir presença de longo prazo, Google Ads para capturar intenção ativa e email marketing para nutrir os leads gerados.

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6. Como estruturar um funil de geração de leads B2B do zero?

O primeiro passo é definir o ICP com precisão: setor, porte, cargo, dor principal. Em seguida, criar uma oferta de conversão com valor percebido real para esse perfil. Depois, definir os critérios de MQL com o time de vendas, implementar lead scoring, criar fluxos de nutrição por estágio e estabelecer o processo de handoff entre marketing e SDR. O funil precisa de métricas claras em cada etapa para que qualquer gargalo seja identificado rapidamente.

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7. Qual é a taxa ideal de conversão de MQL para SQL no B2B?

O benchmark médio do mercado é de 13% de conversão de MQL para SQL. Times de alta performance atingem entre 25% e 35%. Se a sua taxa está abaixo de 13%, o problema costuma estar nos critérios de MQL muito permissivos, na falta de nutrição antes do handoff ou no desalinhamento entre os critérios de marketing e vendas. Melhorar essa taxa tem impacto direto no custo de aquisição de cliente e na produtividade do time comercial.

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8. O que é handoff e por que ele é crítico no funil B2B?

Handoff é o processo de transferência do lead de marketing para o time de vendas ou SDR. É o ponto de maior atrito em operações B2B: marketing acha que entregou um lead qualificado, vendas acha que recebeu um contato sem qualidade. Um handoff bem estruturado tem três elementos: SLA entre os times (prazo para contato e registro de feedback), cartão do lead (contexto sobre comportamento e perfil) e processo de rejeição documentado (feedback que retroalimenta os critérios de qualificação).

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9. Qual oferta de conversão funciona melhor no fundo do funil B2B?

No fundo do funil B2B, as ofertas com maior taxa de conversão são: diagnóstico gratuito com entrega de plano de ação, demonstração personalizada e proposta comparativa baseada no contexto da empresa. O diagnóstico gratuito é especialmente eficaz em B2B de serviços porque entrega valor imediato, coloca o decisor em contato com a qualidade do trabalho antes de qualquer compromisso financeiro e qualifica o lead durante a própria conversa.

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10. Como medir se o funil de geração de leads B2B está funcionando?

As métricas que diagnosticam o funil: taxa de conversão de visitante para lead (abaixo de 1,5% indica problema na oferta ou no tráfego), taxa de MQL para SQL (abaixo de 13% indica problema de qualificação), tempo médio de resposta ao lead (acima de 24h indica problema operacional), taxa de rejeição de MQL pelo SDR (acima de 40% indica desalinhamento entre times) e velocidade do funil (tempo da entrada do lead até o fechamento). Monitorar essas métricas semanalmente permite identificar gargalos antes que se tornem problemas de receita.

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